(Composta online em estilo freestyle em Quarta-feira, 15 de junho de 2011, 20:35:54)
Plantou a semente na minha mente de repentemente
Vou ficar com cara de demente te
pedindo para sair da minha mente
E meu coração como um furacão
fazendo questão de te segurar por mais um tempão
Viu? Como é? Quando vem, é assim!
Um sentimento bom, sem fim!
Se é amizade ou algo mais...
Só sei que enquanto eu não
descobrir, não terei paz!
Quero você! Nem que seja de uma
forma fugaz.
Para mim já não importa a forma e
sim eternizar o momento nos meus pensamentos.
Eternizar o batimento do meu coração
ao te ver ali na meia luz e enxergar a luz vindo direto dos teus
olhos.
E acertando em cheio a minha alma,
com calma.
Sou louco por formas de comunicação.
Por favor, me ensine a comunicar com
o teu coração.
Nessa imensidão de palavras fico
sem direção.
Com caminho a percorrer, o que
fazer?
Ter você ou só te querer?
Sofrer por amar.
Amar por sofrer.
Nesse vice-versa.
Você é o que me resta.
Nesta noite fria e escura.
Não queria estar molhando a minha
boca.
Neste copo de rum perdido sem rumo.
Queria era poder sentir na minha
boca
Um beijo teu, com gosto de rum, com
gosto de quero mais um.
Espantando meus desejos
incompreendidos.
De viver para amar, sofrer por amar.
E nadar, nadar, avistar a praia, mas
ainda assim morrer no mar.
No mar, perdido, sem destino em
desatino.
Tentando compreender a distância
que nos separa.
A distância do teu destino para o
meu.
A distância da tua alma para a
minha.
Ó minha doce querida, minha honey
baby!
Minha honey, meu mel!
Meu desejo é molhar um dia os meus
lábios no teu mel!
E deixar de tocar meu violão para
esta lua de fel.
Ingrata por não entender o meu amor
pelo céu!
Ficaria eu aqui a versar por toda a
madrugada.
Até perder minha mente
completamente.
E ficar indiferente a tua crença de
que é assim para qualquer uma.
Meu verso flui assim...
Uma me inspira a dor. Você, o amor!
Na possibilidade de atingir a uma
cumplicidade.
De não importarmos para as nossas
idades.
E criarmos nossas rugas sem a
mediocridade.
Que muitos pelos caminhos tortos das
cidades
Se inebriam jogando fora toda sua
verdadeira mocidade.
De amar alguém sem pedir para que
atendam às suas necessidades.