DOAÇÃO

quinta-feira, 6 de junho de 2024

Saindo da Caverna

Esse final de semana eu me despedaçei.
Joguei meus vários pedaços em vários cantos da minha casa.
De raiva, de tristeza.
Chorei sem ninguém ver.
Também não havia ninguém!
Chorei e também não queria que ninguém visse.
Chorei para não explodir.

Sabe? Nasci na década de 70. Chorar mesmo para menino era inadmissível.
Sinal de fraqueza, talvez sinal de tendência a "virar mulherzinha".
Sabe a sequela?
Hoje quando choro, na maioria das vezes, na sequência, tenho raiva.
A raiva que toma conta de mim e que tenho vontade de esmurrar o objeto mais próximo. O objeto, ok? Não uma pessoa. Às vezes até de dar uns tapas na minha própria cara! ACORDA!
Raiva que tenho por me sentir fraco e não como meus heróis, que nunca choravam.

Vish... Vou parar de falar disso pois lembram dos meus pedaços que deixei espalhados em casa?

Tive de voltar catando cada um...
Assim como quando somos crianças e os adultos mandam, sabe?
Quem mandou ser frágil e se despedaçar?
Se fosse mais racional, mais racional do que tem aprendido, isso não teria acontecido.
Se não fosse poeta, homem das Letras, não teria esse problema.
Será? Talvez...

Bom, depois voltei catando cada pedaço, ainda chorando.
O intuito era me descobrir novamente
Afastar minhas sombras, buscar minha luz
Por fim, resolvi levar meu corpo e minha alma para dar um rolé
Sair da Caverna de Platão, Caverna do Dragão...
Durante meu rolé com o Trovão Azul, pude visitar o Mirante lá na BR.
E de lá mirei a natureza, me lembrei de coisas boas, vi pessoas diferentes.
E postei! rs.
Putz!
"Tá virando blogueirinho, Christian!"
"Toma vergonha, cara!"
Não, imbecil!
Só quero musicar esse momento e aproveitar para desabafar.
Quem sabe outra pessoa eu ajudar, quando também se deparar com essas publicações
Pois geralmente, as pessoas estão sorrindo, com musiquinhas good vibes.
Eu saí como me acho bonitão: sério, boladão! kkkkkkkkk...
Gosto de rir? Sim!, mas acho que fico bonitão serião!
Se fulano tem postura, é posturado.
Eu fico sério, então viro seriado!
Eu te sigo, tu me segue e assim seguimos a vida que segue no feed que segue infinitamente em uma cegueira seletiva e continuamos vivendo.
Abraço ou beijo!
Siga, compartilhe e ative o sininho para receber minhas verbalizações!
Fui!


segunda-feira, 26 de fevereiro de 2024

Canetando para o Sarau da Confraria dos Poetas




Buscando inspiração

Busco e ela vem

Às vezes busco e não vem

Surge muitas vezes do nada

Nas ocasiões mais impróprias

Sme caneta, sem papel

Sem celular, sem precisar implorar

Agora, nem imploro, nem flui com muita dificuldade.

Sentado à mesa do Lúdico Sabor

Escrveo por amor, às vezes por rancor

Mas essas rimas já fiz em outro poema

Em outro momento talvez sem dissabor

Alás dias at´rasw senti esse dissabor

Notícia de um jovem poeta que partiu,

Sua vida de muitas agrura e batalhas

Aqui na Terra, chegou ao fim! Como assim?

Wandim. É. Não o conheci, talvez tenha visto e ouvido alguma vez, mas soube de suas vitórias nos

slams. É triste, mas vida que segue...

Que agonia às vezes é o nosso dia a dia!

Que alegria às vezes é o nosso dia a dia!

Se minha poesia fosse mais simétrica, como seria?

Seria minha poesia menos séria?

Seria ou não seria?

Sei lá. Aqui não sei.

Só sei que por vezes meus versos secos sangram de minha alma verborrágica

Tento faer um torniquete com outras palavras vindas talvez da minha caixa torácica.

Tóxica ou curativa?

Leve ou pesada?

Forçada ou criativa?

São questões que me chegam à mente antes de escrever

Porém diferente das músicas posso em alguma parte mudar o tom.

Seguir o ritmo ou provacar uma quebra

Escrever uns versos acadêmicas e outros de quebrada.

O imporante é não me limitar e escrever só no limiar

Caminhar na linha tênue da sanidade e da insanidade

Entre o sonho e a realidadde

Entre as coisas da Vida e da Morte.

Entre o escurecer e o clarear da minha alma.

Entre as gotas do ódio e as tempestades do Amor.

Expurgar o que sinto de dor

Fornecer para o exterior o que tenho de Amor.

E viver. Viver pois é o mínimo que devemos fazer.

E que nosso júbilo seja maior que nosso tempo de túmulo.

Soberania ou Soberba e Ira? (15/08/2025)

 Aí é que tá! Aqui é que tá! Lá é que tá! Ta - ri - faço! E eu? O que faço? Aí é que tá! Ta - ri - fa ou ri - fa? Aceitamos ou fazemos uma r...