DOAÇÃO

quarta-feira, 25 de maio de 2011

ONE COMMUNICATION OR UNCOMMUNICATION?

HOMEM diz: mt coisa estranha, saca?

MULHER diz: saca? q bonitinho
vc é cheio de gírias

HOMEM diz:
Tu gosta?

MULHER diz:
não interessa se eu gosto esse é vc

HOMEM diz:
decodificando...
decodificando...
aguarde mais um pouco...
decodificação bem sucedida!
decodificado: "não gosto"
kkkkkkk....

MULHER diz:
kkkkk nao disse isso

HOMEM diz:
não precisa

MULHER diz:
eu nao disse

HOMEM diz:
rsrsrs
estou começando a aprender a ligar o meu modem
para receber o sinal analógico das mulheres.

MULHER diz:
kkkkkk

Este é um exemplo de como procurar travar uma comunicação com as mulheres. Elas não são diretas, deixam nas entrelinhas. Dificilmente, quando pegas no flagrante em algum pensamento, assumem de fato. E costumam dizer que as entendemos errado para fugirem de seus próprios pensamentos. Acho que, no fundo, têm medo dos próprios pensamentos ou delas mesmas.
Nós, homens, gostamos de nos julgar mais espertos. Podemos até ser, mas elas são mais maliciosas no aspecto sentimental. Podem acreditar, meus guerreiros. A batalha é injusta! Não imaginem que sairão ilesos. O melhor é nem iniciar o embate.
O título do post já é uma grande sacada:
One communication: Uma comunicação
Mas se falado de forma muito rápida e sem muitos cuidados com a pronúncia pode soar algo como:
Uncommunication: descomunicação
Um neologismo para explicar uma falha na comunicação. Como se fosse um modem com defeito (modem: modulation e demodulation)
Assim, é preciso um grande treino que leva anos para fazermos esse processo com destreza. Além disso tudo, também é necessário saber falar o que elas querem ouvir, não o que você quer falar ou sente ou pensa de verdade. Não se trata de falsidade, mas de carinho perante às necessidades delas.
Estou matriculado no curso. E vou testando minhas habilidades a cada dia. Quem sabe, ainda aprendo totalmente o processo antes de ir embora do orbe terrestre?!


segunda-feira, 16 de maio de 2011

TO LIVE IS TO LIE AND TO LIE TO DIE.

Viver é uma constante mentira. Vivemos o que imaginamos ser. Na verdade, somos mais do que imaginamos. Podemos ser melhores ou até piores do que pensamos. São em situações drásticas, trágicas, tristes e felizes que nos descobrimos melhor. A cada dia me descubro mais. Às vezes gosto, às vezes não. O que não gosto, tento mudar. O problema surge quando o que gosto é o que alguém que gosta de mim não gosta. Aí vem o conflito externo que por vezes provoca um conflito interno. Uma batalha dentro de mim que em alguns momentos não me agrada. Quando traz engradecimento, tudo bem, mas quando traz depreciação de mim mesmo, levando-me ao baixo-astral, aí a coisa fica ruim, bem ruim.
Por vezes, as pessoas quase me convencem de que a verdade nem sempre deve ser revelada. Aprendemos isto desde crianças com os adultos. "Olhe, não conte ao teus primos, ok?" "Olhe, não fale isto para os vizinhos, tá?" "Se teu/tua pai/mãe perguntar diga que..., mas não conte que..." São as mentirinhas que não prejudicam ninguém, não é? Servem para nos ajudar a nos preservar de alguma ameaça. Sendo assim, podemos mentir. Daí passamos a utilizar em diversas situações como no emprego, nas relações amorosas e por aí vai.... Mentiras e mentiras e mentiras. As pessoas chegam a ser cômicas, exigem a verdade dos outros mas não são capazes de conviver com elas, mentem para os outros e para elas também. Há pessoas que quase nos imploram para que não contemos a elas a verdade. E nessa vejo o caso de muitas mulheres que perguntam a verdade, mas no fundo não querem saber ou não se sentem preparadas para tal. E eu até hoje não aprendi que na maioria das vezes elas preferem a mentira. Estranho tudo isto, não? Eu sempre preferi não perguntar a verdade quando sinto que não estou preparado para ela. Citando nosso saudoso Renato Russo: "Às vezes acho que não sou daqui."

Soberania ou Soberba e Ira? (15/08/2025)

 Aí é que tá! Aqui é que tá! Lá é que tá! Ta - ri - faço! E eu? O que faço? Aí é que tá! Ta - ri - fa ou ri - fa? Aceitamos ou fazemos uma r...