Naquele domingo chuvoso e frio ele também se sentia para baixo, desanimado, pensativo e desconfiado.
Só queria abraços verdadeiros de quem realmente estivesse com saudades, com vontade de vê-lo.
Não é desespero, nem falta de amor-próprio. É o desejo divino de sentir-se amado e desejado com corpo e alma.
Mas algo se perdeu. A admiração parece ter desaparecido. Assim como o sol...
Os dias estavam frios. O sentimentos também.
Algo ruim. Algo ruiu.
A casa não existe mais.
O que restou foi um buraco, um vazio.
Não é falta de paz. São pontos de interrogação.
São reticências.
São espaços em branco.
São
S
I
L
Ê
N
C
I
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S
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