Plantou a semente na minha mente de repentemente
Vou ficar com cara de demente te pedindo para sair da minha mente
E meu coração como um furacão fazendo questão de te segurar por mais um tempão
Viu? Como é? Quando vem, é assim!
Um sentimento bom, sem fim!
Se é amizade ou algo mais...
Só sei que enquanto eu não descobrir, não terei paz!
Quero você! Nem que seja de uma forma fugaz.
Para mim já não importa a forma e sim eternizar o momento nos meus pensamentos.
Eternizar o batimento do meu coração ao te ver ali na meia luz e enxergar a luz vindo direto dos teus olhos.
E acertando em cheio a minha alma, com calma.
Sou louco por formas de comunicação.
Por favor, me ensine a comunicar com o teu coração.
Nessa imensidão de palavras fico sem direção.
Com caminho a percorrer, o que fazer?
Ter você ou só te querer?
Sofrer por amar.
Amar por sofrer.
Nesse vice-versa.
Você é o que me resta.
Nesta noite fria e escura.
Não queria estar molhando a minha boca.
Neste copo de rum perdido sem rumo.
Queria era poder sentir na minha boca
Um beijo teu, com gosto de rum, com gosto de quero mais um.
Espantando meus desejos incompreendidos.
De viver para amar, sofrer por amar.
E nadar, nadar, avistar a praia, mas ainda assim morrer no mar.
No mar, perdido, sem destino em desatino.
Tentando compreender a distância que nos separa.
A distância do teu destino para o meu.
A distância da tua alma para a minha.
Ó minha doce querida, minha honey baby!
Minha honey, meu mel!
Meu desejo é molhar um dia os meus lábios no teu mel!
E deixar de tocar meu violão para esta lua de fel.
Ingrata por não entender o meu amor pelo céu!
Ficaria eu aqui a versar por toda a madrugada.
Até perder minha mente completamente.
E ficar indiferente a tua crença de que é assim para qualquer uma.
Meu verso flui assim...
Uma me inspira a dor. Você, o amor!
Na possibilidade de atingir a uma cumplicidade.
De não importarmos para as nossas idades.
E criarmos nossas rugas sem a mediocridade.
Que muitos pelos caminhos tortos das cidades
Se inebriam jogando fora toda sua verdadeira mocidade.
De amar alguém sem pedir para que atendam às suas necessidades.
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